Na Atlântico 24, destaco:
“Quem vê TV.” Por Manuel Falcão.
“Organização das Democracias Unidas?” Por André Abrantes Amaral.
“Porque não.” Por Luciano Amaral.
“Política ao som da música gay.” Por Alexandre Soares Silva.
“O governo tem um plano…” Por João Miranda.
“A estranha morte da política.” Por Bruno Alves.
Realço ainda o estimulante “Memorando Atlântico a um líder liberal-conservador” e esta excelente passagem na secção de Notas Dispersas deste mês que, de forma sintética e clara, aponta o problema fundamental da interpretação (?) dos resultados do referendo que prevaleceu na extrema-esquerda (e respectivos compagnons de route que esperam poder prosperar em águas turvas):
A velha vulgata marxista não morre. É como sarna. Aqueles que se deliciam com a patética dicotomia Boa América versus Má América aplicam agora esta forma de pensar infantil a Portugal. O sim ao aborto representa o “bom Portugal” (urbano, moderno, menos retrógrado, menos religioso). Já o “Não”, a Norte, representa a obscuridade e a religiosidade do “mau Portugal”. Análise patética. E, aqui sim, retrógrada. Uma vulgata marxista, com dois séculos de fracassos, continua a julgar-se senhora da modernidade. Século XXI? Nem pensar: esta conversa é do século XIX.
AAA, n' O Insurgente
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